21 de julho de 2013

Viracultura 2013


Embora eu tenha programado inúmeros itens do viracultura que aconteceu na Livraria Cultura do Conjunto Nacional na Paulista, os imprevistos e preguiça me permitiram participar de apenas dois. Fico feliz em dizer que os dois debates valeram a pena, foram:
Debate: literatura juvenil – Indigo, Stella M. Rezende, Thiago M. Andrade, Liliane Prata. Mediador: Gustavo Ranieri
Com toda a vibe de Literatura Infanto-Juvenil do semestre passado, adorei esse debate. As perguntas foram super pertinentes e eles deram respostas super interessantes, como uma coisa que não tinha percebido que a Liliane comentou foi que a faixa etária do livro é baseada implicitamente pela idade do protagonista, mas, ao alcançar sucesso, essa faixa etária desaparece, que é o caso de Harry Potter, por exemplo.
Embora só conhecesse a Liliane Prata, não pelo Diário de Débora, mas por um livro super bobinho chamado Na festa que li há muito tempo, me apaixonei pela Indigo (que estava com a camiseta da Smurfete). Ela não levou seus livros no debate, mas comentou sobre dois, um sobre correspondências entre três princesas (Branca de Neve, Cinderela e bela Adormecida) e outro sobre a vida sob a perspectiva de um bebê de três meses. De novo, com toda essa influência de Infanto, me apaixonei pelo primeiro, mas o Jeff adorou o segundo.

Adorei o jeito super meigo da Stella Maris e o jeito todo único de se apresentar, também me interessei pelo livro do Thiago. Todos iam ficar durante meia hora autografando seus livros e eu escolhi comprar o das princesas chamado O Livro das Cartas Encantadas, embora o do bebê, A Maldição da Moleira, tivesse a diagramação toda roxa.
A Indigo autografou meu livro e foi super fofa. Não tirei uma foto com ela porque extrai o siso e tô super inchada.

Não demorou muito e o próximo debate já ia começar.

Debate: a importância da biografia – Ruy Castro e Fábio Cesnik. Mediação: Rafaela B. Cera
O Fábio começou dizendo os empecilhos para iniciar uma biografia, as polêmicas de direitos autorais e os preços absurdos que algumas famílias exigem. Embora o Jeff tenha achado essa parte a mais boring, foi a que mais achei interessante como é assim que a gente é, depois disso foi um debate inteiramente sobre o Ruy Castro, não apenas sobre biografias em geral, mas sobre o novo livro de crônicas dele. Quando o assunto era biografia, ele dava exemplos (curiosíssimos, confesso) sobre como foi fazer a biografia do Nelson Rodrigues, Garrincha e da Carmen Miranda, como nenhum deles me interessa, não foi tão interessante pra mim. No geral, o debate foi super interessante e positivo, mas nada supera meu amor por Infanto-Juvenil.

Foto do instagram
Dentro do Espaço Nacional tinha uma Exposição Deu a Louca Nos Super Heróis e dei uma passadinha ali com o Jeff e também valeu super a pena. Curiosidades como Batman King Kong ou Batman no Éden estampavam a galeria. Também tinha os super heróis gays e outros super random que não fizeram sucesso.
Nós íamos assistir Goonies, mas ninguém estava com tanta vontade assim e decidimos ir comer. Gostaria muito de ter virado (como sugere o nome) e ter assistido outros debates de domingo, mas não foi possível.
Ah, também aproveitei a promoção da Editora Record de 50% em alguns livros e comprei Bom de Briga, tenho que confessar que não gostei de O Azarão, mas Markus Zusak ainda tem pontos positivos comigo e bem, R$12,00 o livro, não dava pra perder.

Preciso mencionar que a companhia do Jeff e a tardia do Vini tornaram o dia melhor ainda. Preciso de mais dias culturais recheada de livros e boa companhia.


That’s all xx

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