7 de janeiro de 2013

O Hobbit

Um presente para os fãs.

Acredito que a notícia que O Hobbit seria adaptado para as telas animou todos os fãs tolkienianos, ainda mais sabendo que seria feito por Peter Jackson, responsável, na minha opinião, pela mais fiel adaptação de um livro da história inteira. É indiscutível a grandiosidade de O Senhor dos Anéis e O Hobbit promete causar o mesmo fervor com os fãs durante os próximos dois anos.
Antecessor à trilogia da Sociedade do Anel, O Hobbit conta a aventura, já anteriormente mencionada, de Bilbo Baggins (porque Bolseiro é feio) com Gandalf e 13 anões. Embora já se era conhecida essa jornada, só ficava claro que fora assim que Bilbo e Gandalf se conheceram e que Bilbo vira um dragão, pelo menos é isso que lembrava. Agora temos a chance de saber com detalhes.


Na época que tava lendo o livro, estava pré-determinado que seriam dois filmes, então, mentalmente, ficava adivinhando onde seria a separação; durante o filme, fiz o mesmo: toda hora que ocorria uma emoção e as coisas se ‘acalmavam’, já esperava subir os créditos. Isso aconteceu umas três vezes.
O fato de estar com vontade de ir ao banheiro na metade do filme não me impediu de aproveitar e vibrar a cada sequência. Além de ser nostálgico com as personagens que Jackson manejou adicionar na história, como Frodo e Galadriel; a trilha sonora é a mesma da trilogia, com exceção da música dos anões, Misty Mountains, que é di-vi-na. [merecedora do Oscar, se alguém me perguntar]
Outra surpresa no filme foi os detalhes adicionados por Peter, porque vamos combinar, um livro de 300 páginas cabe perfeitamente em, no máximo, dois filmes. Mas Peter prometeu aos fãs aprofundamento nas personagens, claro, permanecendo fiel ao Tolkien, ou seja, sem inventar nada. No meio do ano de 2012, Peter começou a lançar no youtube diários dos bastidores e making off do filme, uma pitada do que estava por vim pra enlouquecer todos os fãs. Nisso, ele deixa claro que iria utilizar as mais de 100 páginas de apêndices de O Senhor dos Anéis que contém o passado de muitos personagens, como, por exemplo, o começo do filme que conta a história de Erebor.

Livro com minha Estrela Vespertina 

Algo que me incomodou foi o fato de Kili ser extremamente bonito, quer dizer, ele é o único que não tá coberto por barba trançada. Sem mais explicações pra não dar spoiler, mas eu entendo o porque querem dar um destaque maior pra ele. Em uma entrevista, um do anões disse que Fili seria um membro de uma boyband se tal coisa existisse na Terra-Média. (acho que não era só isso, mas não achei a entrevista de novo)


Isso nem é uma crítica, é só uma divagação porque coloquei todos meus olhos no Fili no filme e depois vi uma entrevista do Richard Armitage a.k.a Thorín e percebi o quão bonito ele é atrás de toda aquela cabeleira. ELE É LINDO! Pesquisando mais um pouco sobre ele, vi que já assisti outro filme eu, quer dizer, série: North and South. Ambos os personagens são frios e escondem seus sentimentos muito bem, fazendo com que a sua voz forte e britânica caia perfeitamente nos papéis.

É isso que tá por trás da cabeleira do Thorin, acreditem.

 Voltando ao filme, O Hobbit é outra obra-prima de Jackson e espero que a Academia consiga ver isso antes e não faça como em O Senhor dos Anéis, que praticamente ignorou os dois primeiros e não deu as devidas premiações. Bom, o Oscar já tá chegando e logo saberemos.


Bônus:

Este vídeo divertidíssimo mostra o entrevistador pedindo ao Aidan Turner (Kili), Martin Freeman (Bilbo), Ian McKellen (Gandalf) e Peter Jackson para nomear os treze anões. Tentei inúmeras vezes e falhei todas, eu sempre esqueço um par de anões.
Segundo bônus é a revista especial lindíssima da Rolling Stone que, embora esteja escrito que sejam quatro capas, nos três lugares que procurei, só achei essa do Bilbo (poxa, queria da Galadriel).




Com certeza falarei mais sobre O Hobbit e Terra-Média aqui no blog, mas por enquanto:
That’s all xx

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